A Marca Negra

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Re: A Marca Negra

Mensagem por Danika Lehmann em Seg Jan 11, 2016 12:57 am

A única coisa que impedia que Robinson enlouquecesse com as horas solitárias vividas naquela cabana eram os livros de magia. Talvez fosse por isso que o desempenho da garota evoluía numa velocidade maior que a esperada. Enquanto devorava as páginas e praticava com a varinha, Barbara se esquecia momentaneamente de toda a frustração de sua atual situação.

Barbara preferia não pensar que a cada dia ficava mais próximo o momento em que ela teria que dividir Lucius com Narcissa, o que provavelmente acrescentaria mais horas de solidão à rotina dela naquela cabana.

Por mais que soubesse que o rapaz estava apaixonado por ela e não pela noiva perfeita, Robinson amargaria o desagradável sabor de se tornar a amante de um homem casado com a sua meia-irmã.

Se fosse qualquer outro rapaz, talvez Barbara permitiria que seu orgulho falasse mais alto. Racionalmente, ela sabia que o certo era colocar um ponto final naquele relacionamento improdutivo, mas lhe faltava coragem de encarar um mundo no qual Lucius não faria parte de sua vida.

Seu peito se aquecia quando Malfoy estava por perto, ele tinha a capacidade de arrancar os melhores sorrisos dela. Um único beijo dele era o bastante para desajustar as batidas de seu coração. Barbara não conseguia mais esconder de si mesma que estava apaixonada ao ponto de se submeter ao papel nada digno que Lucius fornecera a ela.

- Você não vai perder nada. É claro que eu farei questão de te mostrar cada um dos meus progressos, professor.

A brincadeira da garota carregava consigo um certo ar malicioso. Barbara tinha traços ingênuos e doces, mas já havia mostrado a Lucius que sabia se virar muito bem naquele jogo de sedução.

Ainda sem se afastar do rapaz, Barbara deslizou as mãos demoradamente pelo peito dele, por cima da camisa, sentindo as curvas do peitoral que conhecia tão bem. O nariz dela roçou o pescoço de Malfoy, absorvendo o gostoso perfume masculino que vinha da pele dele e dos cabelos salpicados pelas gotas de chuva.

- Você está gelado, Lu. – os olhos verdes giraram de forma divertida – Mais do que o normal, pelo menos.

Enquanto falava, a morena começou a desabotoar a camisa refinada de Malfoy. Seus dedos se enfiaram sob o tecido, repetindo a carícia desta vez com as mãos tocando diretamente o peito do rapaz.

- Por que não toma um banho quente enquanto eu termino o jantar? Eu não quero que fique doente. Tem roupas limpas para você no armário.

Naquele momento, Barbara se permitiu fantasiar uma vida em que aquela cena seria rotineira. Era como se ela fosse a esposa que recebia o marido com o jantar pronto depois de um penoso dia de trabalho.

E, ironicamente, aquela era uma rotina que Lucius não teria nem quando se casasse com Narcissa, visto que Cissy jamais cozinharia para ele ou cuidaria pessoalmente das roupas do marido.
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Re: A Marca Negra

Mensagem por Alexia Romanoff em Seg Jan 11, 2016 1:05 am

Olivia prendeu a respiração e ergueu os olhos cor de mel, procurando qualquer ponto que não fosse o rosto de Rodolphus, enquanto as palavras dele se espalhavam pelo seu corpo como um veneno dolorido.

Mesmo tendo ouvido a provocação de Bellatrix, mesmo tendo toda a certeza que aquilo de fato havia acontecido, ouvir a confissão de Lestrange tornava tudo ainda mais real. Como se ela ainda tivesse a mínima esperança de que ele fosse negar e ela pudesse se agarrar naquela mentira para não afundar naquela dor que começava a consumir.

- Nós estávamos casados, Rodolphus.

Ela finalmente o encarou, contraindo os lábios em uma tentativa de reprimir o choro. Derramar uma única lágrima na frente dele seria ainda mais humilhante.

- Nós poderíamos não estar juntos, mas já tínhamos um acordo. Eu tive os meus erros também, mas nada justifica o que você fez.

Os olhos claros procuravam no rosto de Rodolphus qualquer sinal de verdadeiro arrependimento. As palavras soavam sinceras, mas Olivia estava magoada demais para compreender. Tudo que sua mente gritava era que havia confiado nele por tanto tempo e agora parecia impossível separar o que era verdadeiro e o que era uma farsa.

- Se você fez porque queria se vingar, Rodolphus, porque queria me magoar, parabéns. Você conquistou seu objetivo com êxito.

Aproveitando que estava livre das mãos dele, Olivia subiu as escadas antes que as lágrimas manchassem seu rosto. Com passos decididos, ela entrou no próprio quarto e tentou ignorar quando encontrou suas roupas dividindo o espaço do closet com os pertences de Rodolphus. Apenas algumas mudas foram separadas, e quando ela voltou para o quarto, o marido já havia alcançado seus passos.

Uma pequena mala foi conjurada sobre a cama e as roupas foram enfiadas sem o menor cuidado. Olivia nunca havia estado fora de casa antes, mas ela sentia que iria sufocar se continuasse sob o mesmo teto de Rodolphus.

Seria impossível pensar com clareza com tudo que havia acontecido naquela noite enquanto ele estivesse por perto, e só o que a ruiva queria era conseguir apagar aquele sofrimento.

- Eu vou sair. E não sei quando volto.

Ela explicou enquanto fechava a mala, sentindo o olhar de Rodolphus sobre si. Quando ergueu as íris cor de mel, seu rosto mostrava a frieza de antes, em uma tentativa de camuflar a tristeza.

- Se está preocupado com o casamento da Black caçula, tenho certeza que Bellatrix ficaria honrada em te acompanhar.
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Re: A Marca Negra

Mensagem por Severus Snape em Seg Jan 11, 2016 1:43 am

Aquela cena idealizada por Barbara era completamente desconhecida por Lucius. Vindo de uma família tradicional, ele não estava acostumado a ver os pais trocarem carinhos sinceros, ou uma preocupação verdadeira da mãe, muito menos coisas tão simples como o cuidado com o jantar.

Mesmo com aquela novidade em sua vida, Malfoy sentia seu corpo se aquecer, como se nada pudesse ser mais certo. Ter Robinson sempre o aguardando, carinhosa e receptiva, aflorava sua imaginação de como seria um casamento entre os dois. Seria curioso ver a rotina tão simplória de Barbara sendo mesclada com os luxos e mimos de Lucius.

Sua mão tocou o pulso delicado da morena enquanto sentia os carinhos em contato com sua pele exposta, mas ele não afastou os dedos dela, apenas acompanhando os arrepios que eram provocados em seu corpo.

As pálpebras pesaram enquanto ele absorvia a sensação familiar e prazerosa que era ter Barbara em seus braços, e o sorriso malicioso logo surgiu, apertando o abraço que a envolvia.

- Eu tenho uma ideia melhor.... Por que você não toma um banho comigo e depois termina o jantar? Tenho certeza que se a ideia é me esquentar, você vai fazer um trabalho muito melhor do que a água morna.

Os lábios de Barbara foram novamente capturados em um beijo intenso, e com uma habilidade que Lucius já havia demonstrado outras vezes, ele a guiou pela cabana até o banheiro da suíte sem que os corpos se afastassem.

As roupas foram logo descartadas sobre o piso de madeira e o banheiro ficou embaçado em questão de segundos, dificultando a visão do casal apaixonado. A água quente fazia o corpo de Lucius relaxar, mas toda sua atenção estava focada em Barbara enquanto eles se amavam.

Quando Malfoy voltou para a sala, algum tempo depois, os cabelos estavam ainda mais molhados do que antes, assumindo alguns tons mais escuros do que o loiro habitual. A calça do pijama foi logo vestida, acompanhada com uma camisa branca, e ele se sentia renovado mesmo após o dia cansativo no Ministério da Magia.

Era incrível como seu corpo exigia o contato com Barbara no instante em que se encontravam e na capacidade que ela tinha de torna-lo mais leve e feliz em questão de minutos, esquecendo todos os problemas do mundo. Não havia guerra, Voldemort, o peso de seu sobrenome ou o casamento que se aproximava.

Antes que Barbara se afastasse para a cozinha, para continuar a preparação do jantar, Lucius capturou o rosto dela com as duas mãos e acariciou com o polegar, enquanto o nariz roçava ao dela.

- Eu senti tanto a sua falta, Barb. – As pálpebras cobriram os olhos azuis quando ele beijou suavemente os lábios rosados. Sem se afastar ou exibir novamente as íris claras, ele completou, sem ao menos ter consciência das palavras até que elas estivessem sido ditas. – Eu amo tanto você que enlouqueceria se ficasse mais um dia longe.
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Re: A Marca Negra

Mensagem por Danika Lehmann em Seg Jan 11, 2016 1:52 am

Por mais que estivesse se acostumando a ter Lucius como parte importante de sua vida, Barbara não esperava pelas palavras ouvidas naquela noite. Malfoy havia soltado aquela declaração com tanta naturalidade que nem se dera conta do impacto de suas palavras, mas a garota não deixou que aquilo passasse em branco.

Amor. Barbara Robinson havia acabado de ouvir uma declaração de amor dos lábios de Lucius Malfoy. Nem mesmo em seus sonhos mais fantasiosos, a garota imaginou que um dia ouviria aquilo de um rapaz como ele. Mais importante do que o sentimento em si era o fato de Lucius admitir aquilo para si mesmo e para ela.

Robinson já havia dado inúmeras demonstrações de que não era uma moça dramática ou extremamente sentimentalista. Ao contrário, Barbara costumava encarar a vida com uma racionalidade raramente encontrada em garotas da sua idade.

Naquela noite, contudo, a declaração de Lucius fez com que a menina se derretesse. Uma camada de lágrimas cobriu as íris verdes, fazendo com que elas parecessem um tom mais claro do que realmente eram. O lábio inferior de Barbara tremeu com o esforço de segurar o choro, mas ainda assim uma das lágrimas cintilantes escorreu pelo rosto delicado dela.

- Desculpe...

Robinson murmurou ao notar que sua reação estava assustando o rapaz. Um sorriso surgiu em meio às lágrimas enquanto a garota limpava seu rosto, usando as pontas dos dedos trêmulos.

- Desculpe, Lu. Eu só não esperava ouvir isso. – Barbara deu de ombros e foi totalmente sincera – Nunca duvidei dos seus sentimentos. Eu só nunca imaginei que algum dia ouviria isso dos seus lábios.

Mais uma vez, depois daquele banho e dos momentos intensos vividos sob o chuveiro da cabana, Barbara usava apenas uma das camisas de Lucius como vestido. Aquele era um hábito que já começava a se tornar costumeiro para o casal. Com os cabelos castanhos molhados e os pés descalços, Robinson se pendurou no pescoço do rapaz e roçou seu nariz ao dele num gesto carinhoso antes de beijar seus lábios.

- Eu também amo você. Eu entendo que você não possa ficar aqui o tempo inteiro, mas isso não me impede de sentir a sua falta, Lucius. Aliás...

Aquele era um pedido que Barbara vinha adiando há algum tempo. Talvez não fosse o melhor momento, mas a garota não conseguia encontrar um contexto propício para aquele pedido.

- Eu queria muito que você liberasse a lareira para que eu começasse a usar a Rede de Flu. Ainda é muito cedo para que eu me arrisque numa magia tão complexa como a aparatação e eu estou enlouquecendo aqui sozinha, Lucius. Preciso sair, ver outras pessoas, distrair a minha mente...

Havia um certo receio nos olhos de Barbara quando ela encarou Malfoy. Seu maior medo era que o rapaz se negasse a ajudá-la, o que acabaria fazendo com que ela se sentisse como uma prisioneira naquela cabana.

- Eu não pretendo fazer nada demais. Só preciso respirar outros ares e me sentir mais útil.
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Re: A Marca Negra

Mensagem por Severus Snape em Ter Jan 12, 2016 1:10 am

A compreensão do significado das próprias palavras só atingiu Lucius quando a voz de Barbara soou com a recíproca, causando um arrepio em sua nuca. Apesar de nunca, em toda sua vida, ter se sentido envergonhado, Malfoy sentiu as bochechas esquentarem ao perceber o rumo que a conversa havia tomado.

Era fácil admitir para si mesmo o sentimento que crescia a cada dia por Robinson, mas dizer em voz alta era uma dimensão completamente diferente e ele quase chegava a se arrepender pelo deslize. Apenas a emoção nos olhos de Barbara foi suficiente para não voltar atrás e tentar corrigir o que já estava feito.

Lucius ergueu a mão e tocou o rosto dela com os dedos, acariciando levemente. Quando o assunto mudou drasticamente, ele corrigiu a postura e recolheu o braço, cruzando-o sobre o peito coberto pela camisa branca de algodão.

Por alguns segundos, ele espremeu os lábios e analisou o rosto de Barbara, estudando as consequências do pedido dela. Não fazia sentido prendê-la na cabana. Se Robinson estava ali, era apenas porque o lugar havia sido oferecido, e não imposto. Lucius apenas tinha receio que ela resolvesse sair e não voltar, o deixando para trás após despertar aqueles sentimentos únicos.

Se ver abandonado depois de ter ido tão longe com suas confissões parecia ser o pior pesadelo que sua mente era capaz de produzir. Ainda pior do que os terríveis cenários da guerra que acontecia no mundo bruxo, porque era um caminho sem volta para o Lucius Malfoy de antes.

A simples ideia de Barbara se afastando fazia uma agonia surgir em seu peito e Malfoy precisou se esforçar a dizer para si mesmo que a morena ainda estava ali, ao alcance de suas mãos, e que não havia o que temer.

Com as sobrancelhas franzidas com sofrimento, ele se afastou até alcançar o pequeno carrinho de bebidas que ficava sob a janela, servindo uma generosa dose de firewhisky em um dos copos de cristal. Enquanto fitava o líquido avermelhado, de costas para Barbara, finalmente disse com a voz rouca.

- Ainda tem um pouco de pó de flu no armário onde estão guardadas as toras de madeira. Irei habilitar a lareira antes ir embora.

O copo virou para que Lucius desse um generoso gole antes de se voltar para Barbara mais uma vez, com uma expressão mais suave no rosto.

- Trarei mais pó de flu na próxima vez.

Ainda com a bebida firme em seus dedos, ele se aproximou alguns passos de Barbara, tocando os cabelos escuros ainda úmidos pelo banho. Com um suspiro, era possível perceber a frustração provocada com a ideia de ter Robinson andando livre sem sua presença.

- Apenas me prometa que não vai muito longe. Nem que vai tentar magia longe daqui.

Os olhos azuis brilharam e Lucius fez uma pausa, refletindo se deveria ou não continuar. Por fim, ele concluiu, encarando fixamente as íris verdes.

- E que vai estar sempre aqui quando eu chegar.
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Re: A Marca Negra

Mensagem por Connor Ward em Qua Jan 13, 2016 9:22 pm

- Você não tem para onde ir.

Encostado no batente da porta do quarto de Olivia, Rodolphus manteve os braços cruzados diante do peito enquanto a ruiva se movimentava naquela iniciativa de fazer as malas.

Ao contrário do que poderia parecer, aquela afirmação não fora dita com uma entonação irônica. Lestrange tampouco parecia furioso em ser contrariado por aquele comportamento da esposa. A expressão dele denotava apenas cansaço. Uma exaustão psicológica que o impedia de iniciar mais uma discussão acalorada com a ruiva.

Embora estivesse bastante consciente dos próprios erros, Rodolphus não concordava com a maneira como Olivia reagia diante daquela crise. A esposa tinha todo o direito de ficar insatisfeita com aquela descoberta, mas Lestrange tinha certeza de que os dois poderiam esclarecer a situação com uma conversa franca. Mas Olivia, ao que parecia, preferia mesmo fugir daquele embate.

E não fazia o menor sentido falar para ouvidos que se recusavam a ouvir. Foi pensando nisso que Rodolphus adentrou o quarto com passos decididos e repetiu o gesto da esposa ao começar a separar algumas peças de roupas.

- A casa é sua. Não faz o menor sentido que você saia e eu fique. Além do mais, para onde você iria? As minhas opções são bem melhores.

De fato, Lestrange não teria dificuldade em arrumar um lugar para ficar. Além da casa dos pais, Rodolphus poderia pedir abrigo a algum dos parentes mais distantes, ou a um dos amigos ou “colegas” comensais. Até mesmo ficar na empresa era uma opção razoável para o rapaz. Por outro lado, Olivia não tinha parentes ou amigos próximos na Inglaterra. A existência de Nathaniel ainda era totalmente ignorada pelo Sr. Lestrange.

A última coisa que Rodolphus queria era sair de casa, mas a postura de Olivia deixava claro que ela não cederia com a ideia de se afastar dele. No fundo, talvez fosse mesmo mais prudente que eles se afastassem até que os ânimos estivessem mais contidos.

- Você tem todo o direito de estar chateada...

Enquanto falava, Rodolphus terminava de preparar a pequena maleta com apenas os itens básicos para passar alguns dias fora de casa. Bastou um toque da varinha de Lestrange para que as roupas levitassem para fora do armário e se dobrassem no interior da mala de maneira cuidadosa e organizada.

Um sorriso triste brotou nos lábios de Rodolphus quando ele pensou no tamanho daquela ironia. Era para ser uma noite especial, a primeira noite dele “oficialmente” no quarto da esposa. Mas aquela noite seria marcada por mais uma crise e por uma separação que, dependendo do grau de orgulho de Olivia, poderia ser até definitiva.

- Mas até que ponto isso justifica o fim da relação que estávamos construindo? Tanta coisa mudou nas últimas semanas que o meu sentimento é o de estar sendo injustiçado pelos erros de outra pessoa. Eu não sou mais o homem que falhou com você. Tampouco você é a mulher que merecia isso.

Quando a maleta estava finalmente cheia, Rodolphus a fechou. Os olhos escuros estavam sérios quando se voltaram novamente para Olivia.

- É totalmente absurdo que eu tenha que verbalizar algo tão óbvio, mas você parece desconhecer este fato. Bellatrix Black não significa nada para mim. Não é ao lado dela que eu quero construir um futuro, uma família... A minha escolha é você, Olivia, mas é óbvio que você precisa pensar da mesma forma para que isso dê certo.
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